terça-feira, 2 de junho de 2015

MARCAS DE UMA IGREJA QUE VALE APENA SEGUIR

Marcas de uma Igreja Saudável

porKenneth O. Gangel


CHAMOU MUITA ATENÇÃO no alto da folha de rosto do relatório anual de uma pequena denominação evangélica a conhecida passagem do Profeta Isaias; “Eis que faço uma coisa nova!”(NVI). Nas 459 páginas seguintes descreve-se como Deus está fazendo para que essa comunidade de igrejas esteja esboçando a sua visão para o futuro. Muitas de suas metas recentes têm sido alcançadas, algumas têm sido arquivadas; outras revisadas em função de novos desafios surgem.


Um desses novos desafios é a chamada aos membros para a oração, evangelismo, plantação de igrejas, “educar a todos para que vejam a missão da igreja com os olhos e os corações de Cristo”. Entusiasticamente, consta do relatório, “que essa é oportunidade que Deus está dando à Sua Igreja”.

Assim, nesse relatório, os lideres denominacionais, apresentam aos leitores o conceito de “igrejas saudáveis, sob o prisma da Grande Comissão”, essas definidas como “comunidades de pessoas cristocêntricas caracterizadas por serem impulsionadas por cinco paixões: alcançar o perdido, edificar o salvo, equipar o obreiro, multiplicar o líder, e enviar o vocacionado”. Quem há que possa desprezar essas preocupações? Porém, a declaração logo é reduzida a resquícios elementares estatísticos. Subitamente, parece que “igrejas saudáveis” são medidas não mais pelas cinco paixões, mas como estariam em questão numérica, quadro que choca pela realidade totalmente chocante demonstrada.