Marcas de uma Igreja Saudável
porKenneth O. Gangel
CHAMOU
MUITA ATENÇÃO no alto da folha de rosto do relatório anual de uma
pequena denominação evangélica a conhecida passagem do Profeta Isaias; “Eis que
faço uma coisa nova!”(NVI). Nas 459 páginas seguintes descreve-se como Deus
está fazendo para que essa comunidade de igrejas esteja esboçando a sua visão
para o futuro. Muitas de suas metas recentes têm sido alcançadas, algumas têm
sido arquivadas; outras revisadas em função de novos desafios surgem.
Um desses novos desafios é a chamada aos
membros para a oração, evangelismo, plantação de igrejas, “educar a todos
para que vejam a missão da igreja com os olhos e os corações de
Cristo”. Entusiasticamente, consta do relatório, “que essa é oportunidade que
Deus está dando à Sua Igreja”.
Assim, nesse relatório, os lideres denominacionais,
apresentam aos leitores o conceito de “igrejas saudáveis, sob o prisma
da Grande Comissão”, essas definidas como “comunidades de pessoas
cristocêntricas caracterizadas por serem impulsionadas por cinco paixões:
alcançar o perdido, edificar o salvo, equipar o obreiro, multiplicar o líder, e
enviar o vocacionado”. Quem há que possa desprezar essas preocupações? Porém, a
declaração logo é reduzida a resquícios elementares estatísticos. Subitamente,
parece que “igrejas saudáveis” são medidas não mais pelas cinco paixões, mas
como estariam em questão numérica, quadro que choca pela realidade totalmente
chocante demonstrada.
